sexta-feira, 26 de março de 2010

Nova pesquisa comprova homofobia nas escolas públicas brasileiras

Levantamento realizado com base em entrevistas feitas com 18,5 mil alunos, pais, professores, diretores e funcionários, de 501 unidades de ensino de todo o país atesta que 87% da comunidade escolar têm algum grau de preconceito contra homossexuais.

Parte de uma nova pesquisa divulgada recentemente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas/Ministério da Educação revela que estudantes e educadores homossexuais, bissexuais e travestis enfrentam situações de homofobia diariamente nas escolas.

Miriam Abramovay, socióloga e especialista em educação, afirma que o preconceito nas escolas tem muita dificuldade de ser percebido devido a falta de diálogo. “Isso é empurrado para debaixo do tapete, o que impera é a lei do silêncio”, destaca Miriam.

Um estudo coordenado por ela e divulgado este ano indica que nas escolas públicas do Distrito Federal 44% dos estudantes do sexo masculino afirmaram que não gostariam de estudar com homossexuais. A socióloga acredita que o problema não ocorre apenas no DF, mas se
repete em todo o país.

Desde 2005 o MEC vem implementando várias ações contra esse tipo de preconceito, dentro do programa Brasil sem Homofobia, cujas principais estratégias são produzir material didático específico e formar professores para trabalhar com a temática. “Muitos profissionais de educação ainda acham que a homossexualidade é uma doença que precisa ser tratada e encaminham o aluno para um psicólogo. Por isso nós temos pressionado os governos nas esferas federal, estadual e municipal para que criem ações de combate ao preconceito”, explica o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.

As piadas preconceituosas, os cochichos nos corredores, as exclusões em atividades escolares e até mesmo as agressões físicas contra alunos homossexuais têm impacto direto na autoestima e no rendimento escolar desses jovens. Em casos extremos, os estudantes preferem interromper os estudos.

“Esse aluno desenvolve um ódio pela escola. Para quem sofre violência, independentemente do tipo, aquele espaço viraum inferno. Imagina ir todo dia a um lugar onde você vai ser violentado, xingado. Quem é violentado não aprende”, alerta o educador Beto de Jesus, representante na América Latina da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Trans e Intersex (ILGA).

Especialistas afirmam que, para combater a homofobia, a escola precisa encarar o desafio em parceria com o Poder Público. “A escola precisa sair da lei do silêncio. Todos os municípios e estados precisam destampar a panela de pressão, fazer um diagnóstico para poder elaborar suas
políticas públicas”, recomenda Miriam Abramovay.

Fonte: Jornal CONAE

site www.naohomofobia.com.br, que teve como principal plataforma de seu lançamento a 13ª Parada do Orgulho LGBT-Rio (outubro/2008), pretende, com a estratégia de sua Campanha, ser uma poderosa ferramenta de divulgação, pressão e mobilização social, pela aprovação do PLC 122/06. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e aguarda votação no Senado Federal.

A proposta do site é a de ser um espaço democrático, que disponibiliza o conteúdo da Lei, defensores da causa no Senado, a polêmica em torno do debate e o principal: contar com o seu posicionamento, em um abaixo-assinado online, por meio do qual você poderá demonstrar seu apoio à criminalização da homofobia. Este abaixo-assinado a favor da aprovação do PLC 122/2006 será automaticamente enviado aos 81 senadores, com cópia para os 513 deputados federais, para o presidente da República e seus ministros, além do presidente do Supremo Tribunal Federal e do presidente do Superior Tribunal de Justiça.

É muito simples participar. Você preenche na Votação Online o seu nome, e-mail e RG ou CPF para validar a sua mensagem. Neste momento, você pode optar pelo registro de suas informações no banco de dados do Grupo Arco-Íris. O registro dessas informações será uma importante arma, para comprovar e divulgar aos senadores o número de pessoas que são favoráveis à lei.

A meta, além de esclarecer e desfazer boatos, é arrecadar mais de 1 milhão de assinaturas eletrônicas. A iniciativa inaugura, ainda, uma fase inédita de adesão da sociedade, utilizando a mídia mais democrática da história - a internet.

O www.naohomofobia.com.br tem o intuito de ser um grande propagador de assuntos que envolvem a questão da homofobia no Brasil e um aliado na conquista dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, além de forte instrumento de visibilidade e mobilização social no enfrentamento da homofobia no Brasil. Participe! Dê seu voto para dar um basta à homofobia no Brasil!


quarta-feira, 17 de março de 2010

O filme "I Love You Phillip Morris", que tem Jim Carrey e Ewan McGregor interpretando um casal gay, estreia oficialmente no Brasil em 4 de junho.


O filme "I Love You Phillip Morris", que tem Jim Carrey e Ewan McGregor interpretando um casal gay, estreia oficialmente no Brasil em 4 de junho. A informação foi confirmada ao site A Capa pela assessoria da Imagem Filmes, distribuidora do longa-metragem no país.
No Brasil, a produção, dirigida por John Requa e Glenn Ficarra, recebeu o infeliz título de "O Golpista do Ano". Não que o título não tenha nada a ver com a trama, mas é que, convenhamos, o nome original é muito melhor.


Na comédia, o personagem de Jim Carrey (Steven Russell) é um golpista que se mete em uma grande encrenca e acaba indo parar na prisão. Lá, conhece o personagem Phillip Morris, vivido pelo ator Ewan McGregor, por quem se apaixona e acaba se envolvendo num relacionamento conflituoso. O filme conta ainda com a participação do brasileiro Rodrigo Santoro, que interpreta o amante de Carrey.
O roteiro de "O Golpista do Ano" é baseado num livro de Steve McVicker, repórter do jornal "Houston Chronicle". O filme foi exibido pela primeira vez no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, em 2009.

Assista abaixo ao trailer (com legendas em português):http://www.youtube.com/watch?v=PZU0kStJnYk&feature=player_embedded





fonte: http://acapa.virgula.uol.com.br/site/

II Fórum pela Igualdade na Diversidade



A Semira realizará, entre 20 e 23 de março de 2010, o Fórum pela Igualdade na Diversidade. Será um grande evento que promoverá a capacitação de servidores públicos e agentes sociais, além de ampliar a discussão sobre políticas públicas que promovam a igualdade nas relações de gênero, étnico-racial, geracional e orientação sexual.

A programação contemplará a realização de seminários, palestras, apresentação de pesquisas, fóruns nacionais e regionais, encontros específicos, feiras e mostras dentro das áreas trabalhadas pela Semira. Todas estas ações reafirmam o Estado de Goiás entre os que melhor têm tratado as temáticas de direitos humanos com respeito às diferenças e combate a toda forma de intolerância.



Algumas das atividades que serão realizadas no II Fórum pela Igualdade na Diversidade já estão aceitando inscrições. Exemplo delas são as capacitações para o Sistema Estadual de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar e a capacitação de gestores e agentes de cultura, em parceria com a Fundação Palmares (confira no sítio da Fundação Palmares - www.palmares.gov.br -- Projeto Parabólica -- Programação).

A Semira capacitará cinco diferentes grupos de pessoas que estarão envolvidas de alguma forma com o Sistema de Enfrentamento à Violência. A aula inaugural foi incluída na programação do II Fórum. Passarão por estas aulas servidores da Secretaria de Segurança Pública (delegados, escrivães, policiais), que devem entrar em contato para informações e inscrições a servidora Valéria, no número 62.9637-9297). Ainda,profissionais e agentes de saúde que devem procurar a Vera Lúcia, da Escola de Saúde Pública, no telefone 62.3201-3417; o terceiro grupo a ser capacitado será de servidores da Secretaria da Educação (o contato é o professor Sebastião Donizete, pelo fone 62.3201-3118).


II Fórum pela Igualdade na Diversidade


O Fórum pela Igualdade na Diversidade será uma grande ação com atividades voltadas para a capacitação e formação de servidores e agentes sociais, bem como a discussão de políticas públicas para a promoção da igualdade nas relações de gênero, étnico-racial, geracional e de orientação sexual. O Fórum será realizado de 19 a 23 de março pelo Governo de Goiás, através da Semira, em parceria com outros órgãos e sociedade civil. A programação será composta por fóruns nacionais e regionais, seminários e palestras, encontros, feiras e mostras, reafirmando o Estado de Goiás entre os que melhor têm tratado as temáticas de direitos humanos com respeito às diferenças e combate a toda forma de intolerância.


Programação LGBT do II Fórum pela Igualdade na Diversidade

Dia 20 de Março de 2010 – Sábado

LGBTT
Seminário de Políticas para LGBTT
14h às 18h – Mesa Redonda: Políticas Públicas e Movimentos Sociais
Atividade: SEMIRA - SEDH
Local: Serra Dourada (Sala 3)


Dia 21 de Março de 2010 – Domingo
LGBTT
Seminário de Políticas para LGBTT
8h às 17h – Oficina: Empoderamento das populações LGBTTs
Atividade: Colcha de Retalhos / SEMIRA - SEDH
Local: Serra Dourada (Sala 3)

Dia 22 de Março de 2010 – Segunda-feiraLGBTT
Seminário de Políticas para LGBTT
8h às 18 h – Rodas de Conversas: Negritude, Melhor Idade, Adolescentes/Jovens e LGBTTs
Atividade: Oxumaré / Associação Ipê Rosa / SEMIRA - SEDH
Local: Serra Dourada (Sala 3)


Dia 23 de Março de 2010 – Terça-feira
LGBTT
Seminário de Políticas para LGBTT
8h às 12h – Mesa: Transexualidade – Questão de Gênero
Atividade: Fórum de Transexuais / SEMIRA - SEDH
Local: Serra Dourada (Sala 3)

segunda-feira, 15 de março de 2010

VIOLÊNCIA: O perigo vem de perto

Maioria das violências sexuais cometidas contra menores de idade acontece dentro de casa; saiba como e onde denunciar


Fonte: Folha Teen - Jornal Folha de São Paulo

sexta-feira, 12 de março de 2010

No dia 27/03, o mundo inteiro vai apagar as luzes entre 20h30 e 21h30. Participe da horadoplaneta

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu. Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!

Existem diversas formas de participação. A primeira delas é se cadastrar.
Clique aqui e informe os dados necessários. É bem rápido. O cadastro dos participantes é a principal maneira que temos de avaliar quantas pessoas apagaram as luzes. Os participantes brasileiros serão somados com os de outros países, formando uma grande corrente pelo futuro do planeta. Os nomes das empresas cadastradas vão aparecer na página. Quem Já aderiu.

Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.


O próximo passo é espalhar a mensagem da Hora do Planeta para o maior número possível de pessoas. Convide familiares, amigos, colegas e membros da sua comunidade para participarem também.Se você utiliza as mídias sociais, como Orkut, Twitter, Youtube e Facebook, use essas ferramentas para falar com os seus amigos. Publique as notícias sobre a Hora do Planeta produzidas pelo WWF-Brasil. Dê o link para vídeos e fotos sobre o movimento postados na internet.Saiba o que acontece no mundo inteiro na Hora do Planeta. Clique aqui ou acesse www.earthhour.org

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem

A cada 3 pessoas que morrem no Brasil, 2 são homens. A cada 5 pessoas que morrem de 20 a 30 anos, 4 são homens. De acordo com a publicação Saúde Brasil 2007, os homens representam quase 60% das mortes no país. Das 1.003.350 mortes ocorridas em 2005, 582.311 foram de pessoas do sexo masculino – 57,8% do total. Assim, a cada três pessoas que morrem, duas são homens, aproximadamente.



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Superior Tribunal Militar afasta militar homossexual do Exército - Até Quando?????

Tenente-coronel teve caso com militar subordinado; não cabe recurso.
Ministra disse que condenar por orientação sexual é 'promover o ódio'.

Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília


O Superior Tribunal Militar decidiu nesta quinta-feira (11), por sete votos a três, reformar [aposentar] o tentente-coronel Osvaldo Brandão Sayd, que servia em Curitiba, por ele ter tido um relacionamento homossexual com um militar subordinado. Sayd foi acusado de ferir o decoro militar por ter tido relações com um soldado "fora da administração militar”, de acordo com o processo.

Para o relator do caso no STM, ministro José Américo, o comportamento do tenente-coronel “denegriu” as Forças Armadas. Segundo ele, a condenação não se trata de coação devido à opção do militar, mas de punição a “excessos” incompatíveis com a função de oficial.

“A opção sexual não há de ser recriminada, mas excessos têm de ser tolhidos para o bem da unidade militar. Não se pode permitir liberalidade a ponto de denegrir o instamento militar”, disse o ministro. Américo, acompanhado de seis ministros, decidiram que o tenente-coronel “não reúne condições de permanecer como militar em exercício” e, portanto, deve ser reformado.

Américo citou o depoimento do subordinado com quem o tenente-coronel teve relações sexuais. O soldado declarou que frequentou a casa de Sayd “porque tinha medo". "Sendo o tentente-coronel meu chefe, ele poderia não me dar engajamento. Meu sonho sempre foi ascender nas Forças Armadas”, disse o soldado.

No entanto, a ministra Maria Elizabeth Teixeira Rocha, revisora do caso, divergiu da opinião do relator. Para ela, a decisão da corte diz respeito, sim, à opção sexual de membros das Forças Armadas e que isso não pode ser motivo para afastar um militar. Elizabeth destacou que o tenente-coronel teve relações fora da administração militar e que, portanto, a opção sexual(sic) dele é uma questão de foro íntimo.


Aspas

A opção sexual não há de ser recriminada, mas excessos têm de ser tolhidos para o bem da unidade militar. Não se pode permitir liberalidade a ponto de denegrir o instamento militar"











“O fato de o tenente-coronel ter tido relações sexuais com um subordinado fora da administração militar é comportamento que diz respeito apenas a uma questão pessoal, de foro íntimo, não afetando as Forças Armadas”, afirmou. Sobre a declaração do subordinado a respeito da relação que mantinha com Sayd, Elizabeth disse que ele tem, por lei, direito de mentir ou não se manifestar para evitar a produção de provas contra si.


O fato de o tenente-coronel ter tido relações sexuais com um subordinado fora da administração militar é comportamento que diz respeito apenas a uma questão pessoal, de foro íntimo, não afetando as Forças Armadas

Para a ministra, “rechaçar” um militar por ele ser homossexual é difundir o “discurso do ódio”. “Por que soldados homossexuais seriam menos valorosos do que os outros?”, questionou. “Afastar alguém das fileiras das Forças Armadas em virtude de sua orientação sexual é promover o discurso do ódio, quando é dever do Estado coibi-lo”, disse.


Por que soldados homossexuais seriam menos valorosos do que os outros? Afastar alguém das fileiras das Forças Armadas em virtude de sua orientação sexual é promover o discurso do ódio, quando é dever do Estado coibi-lo

Segundo ela, se fosse o caso de um relacionamento entre um superior e uma subordinada, não haveria punição. “Haveria no máximo uma infração disciplinar, e olhe lá”, disse Elizabeth.


A ministra citou países que admitem homossexuais no Exército, como Espanha, França e Suíça. Ela ressaltou que em nenhuma das pelo menos 24 nações que admitem gays e lésbicas há registro de uma deterioração no desempenho dos soldados.


“Porém, não estamos sozinhos, Estados Unidos, Irã, Cuba, Venezuela, Panamá, Uganda, Afeganistão,Turquia, Arábia Saudita, Sudão, Iêmen e outros que, sem querer causar incidentes diplomáticos, não cito como exemplos de democracia, também proíbem homossexuais no Exército”, ironizou a ministra.

A defesa do tentente-coronel informou que ele está há mais de 20 anos nas Forças Armas. Sayd confessou que teve relações sexuais "uma vez", em sua residência, com o subordinado. "Ele não cometeu crime. Aquilo faz parte da privacidade dele", disse o advogado de Sayd, Carlos Alberto Gomes.


Não cabe recurso da decisão de reformar o tenente-coronel, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) considera que trata-se de uma questão administrativa das Forças Armadas.


fonte: G1







quarta-feira, 10 de março de 2010

Conferência Estadual de Ciência e Tecnologia _ Programação

Local: Universidade Federal de Goiás - Centro de Cultura e Eventos “Prof.
Ricardo Freua Bufáiçal” – Campus Samambaia (16.03.10)

8:00 – 8:30 – Solenidade de Abertura-

8:30 – 9:30 - Conferência
1- SISTEMA NACIONAL DE CIENCIA, TECNOGOLIA E INOVAÇÃO.
a.: Operacionalização e mecanismo de aplicação da Lei Estadual de Inovação Palestrante1- Joel Sant’Anna Braga
Palestrante 2- Prof. Leonardo Guerra de Rezende Guedes – FAPEG
Coordenador: Prof. Edward Madureira Brasil – UFG
Relator: Prof. Fabiano Guimarães Silva

9:30 – 10:00h – Cofee Break

10:00 – 11:45h – Mesa Redonda
2- INOVAÇÃO NA SOCIEDADE E NAS EMPRESAS

a- Impacto da Lei de Inovação Federal Sobre as Empresas de Tecnologia
Palestrante: Ivan da Glória- FIEG
b- Fortalecimento da Microempresa frente as inovações tecnológicas
Palestrante: Dr. Helio Rodrigues de Almeida- FEMPEG
c- Incubadora de Empresas e Parques Tecnológicos
Palestrante: Prof. Cândido Borges Filho – UFG

Coordenador:- SERGIO DUARTE DE CASTRO -PUCgoias
Relator;Nelson Aníbal Lesme Orué
11:45 – 13:30 – Intervalo de almoço

13:30 – 15:15 – Mesa Redonda
3- PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO EM ÁREAS ESTRATÉGICAS
a- Bioma-Cerrado- Expansão da Cana-de-Açúcar e Demandas Ambientais
Prof. Selma Simões – UFG
b- Demandas Sociais no processo de expansão sucroalcooleiro
Prof. João Paulo Pietrafezza – PUC GO e UNIEVANGELICA
Coordenador: Altair Sales – PUC GO -
Relator: Prof. Eduardo de Oliveira Silva – UEG, FESURV.


15:30 – 16:45 – Conferência
4- CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO
a- A Nova Configuração da Ciência e Tecnologia – Impacto Econômico e
Social.
Joel Sant’Anna Braga Filho – SECTEC
b- O Papel das Instituições Educacionais na Produção Cientifica e Tecnológica.
Profa. Cristiane dos Reis Brandão Naves- SENAI
Coordenador: Prof. Sinval Filho – UFG OU Prof Pedro Sergio UEG- aguardando retorno.
Relator:- Prof Valcenia Gonçalves de Souza Novais- UEG

Homofobia nas escolas e bullying serão discutidos em São Paulo

Evento em São Paulo em junho vai discutir homofobia e o bullying dentro da escola

São Paulo vai receber entre os dias 2 e 5 de junho, no Centro de Convenções Rebouças, na Avenida Rebouças, 600, um encontro que vai ter como objetivo principalmente discutir a homofobia dentro do ambiente escolar e o bullyng. É o 14º EDUCAIDS, que vai contar ainda em sua programação com mostra de cinema e a entrega do Prêmio Paulo Freire.

Promovido pela Associação para Prevenção e Tratamento da AIDS (APTA), o evento pretende discutir soluções efetivas para o enfrentamento de vulnerabilidades relativas à temática da Saúde Preventiva e da Educação. São discussões distribuídas por temas como “A face oculta da Aids”, com participação da diretora do Programa Nacional de DST e Aids, Mariângela Simão; e “Escola sem homofobia”, com Lula Ramires e Rogério Diniz.

Estão na pauta ainda temas como o preconceito dentro do ambiente escolar, a homofobia e o bullying, além de dificuldades enfrentadas por deficientes auditivos, visuais e físicos. A agenda cultural fica por conta da entrega do Prêmio Paulo Freire, da II Mostra de Cinema “O vermelho da vida” e de visitas monitoradas ao Museu da Língua Portuguesa e à Pinacoteca do Estado.

As inscrições para o EDUCAIDS e para o 5º Prêmio Paulo Freire podem ser feitas no site da Apta (www.apta.org.br). Mais informações pelo telefone (11) 3467-9389



fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/pride/homofobia-nas-escolas-e-bullying-serao-discutidos-em-sao-paulo.html

Washington celebra seus primeiros casamentos gays



09/03/2010 - 19h19


Três casais de homossexuais selaram sua união, nesta terça-feira, em meio a um forte esquema de segurança, em uma cerimônia coletiva que marcou o primeiro dia de celebração de casamentos de pessoas do mesmo sexo na capital americana.

Angelisa Young e Sinjoyla Townsend foram o primeiro casal homossexual unido em matrimônio em Washington, dias depois de a capital americana começar a entregar permissões de casamento.

Veículos policiais estavam alinhados nas ruas nos arredores do edifício do Human Rights Campaign e um helicóptero sobrevoava a região.

Usando um vestido de gaze e renda cor de melancia, Young trocou votos com Townsend, de vestido preto. Em seguida, foram declaradas casadas pelo reverendo David North.

"Você é minha amiga, minha companheira, meu amor. Amo você hoje, amanhã e para sempre", disse Young à companheira de 12 anos, que ficou com os olhos marejados.

A este primeiro casamento histórico seguiu-se, minutos depois, o de Reggie Stanley e Rocky Galloway, ambos de 50 anos, que se uniram na presença das filhas de 15 meses.

"Estamos aqui hoje para unir duas almas que já estão em sintonia entre si", disse a reverenda Sylvia Sumter.

A via para o casamento de pessoas do mesmo sexo foi aberta na capital americana na semana passada, quando a Suprema Corte rejeitou uma petição de opositores ao casamento homossexual, que pediram para que fosse suspenso o direito dos gays a contrair matrimônio e que realizasse um referendo.

Horas depois da decisão da corte, dezenas de casais homossexuais fizeram fila diante do Palácio de Justiça para completar as formalidades administrativas que lhes permitissem se casar.

"O amor é um mistério, uma relação é um presente. O casamento é um presente que por muito tempo foi negado a algumas pessoas no Distrito Federal, mas agora é um presente para todos", disse o reverendo Dwayne Johnson, ao unir o terceiro casal desta terça-feira, as reverendas Elder Darlene Garner, de 61 anos, e Lorilyn Candy Holmes, de 53.


Crédito Foto:Sinjoyla Townsend (à esq.) e Angelisa Young se casam em primeiro dia de celebrações de casamentos gays em Washington (EUA) -Jacquelyn Martin/AP

segunda-feira, 8 de março de 2010

8 DE MARÇO É DA MULHER


História

As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.


Mulheres: cada vez mais vítimas da AIDS

É assustador: o número de mulheres infectadas com o vírus da AIDS não pára de crescer. O aumento do número de casos de HIV na população feminina durante a última década foi de 44% entre 1996 e 2005.

Para se ter uma idéia, aqui vão alguns fatos e estatísticas fornecidos pela UNIFEM, da Organização das Nações Unidas.


· Em 2000, um milhão e 300 mil mulheres morreram de AIDS.

· Até 2003, existiam no mundo cerca de 20 milhões de mulheres contaminadas com o HIV. Ou seja, o equivalente a 51% do total de pessoas com o vírus.

· Em certas regiões da África, as adolescentes têm cinco vezes mais chances de contraírem o vírus da AIDS do que os rapazes. É que elas se contaminam através das relações com homens mais velhos, não com os meninos de sua idade.

Um dos países com melhor política de prevenção à AIDS é a Uganda, que conseguiu reduzir à metade a taxa de contaminação do HIV em meio às mulheres que participaram dos programas educativos.

Merece atenção o fato de que, em muitas culturas, lares, comunidades, ainda há mulheres sem direito de escolha. Na hora do sexo, não podem se recusar a ter relação sexual quando não a desejam, nem podem negociar o uso do preservativo.

Então, o pior pode acontecer: muitas mulheres contraem o vírus da AIDS através de seus próprios maridos ou parceiros. Ainda de acordo com estudos da UNIFEM, no Zâmbia, menos de 25% das mulheres pensavam ser possível a uma mulher recusar-se a fazer sexo com o marido - mesmo se ele fosse nitidamente infiel e estivesse infectado com o HIV.

No mesmo estudo, apenas 11% das mulheres acreditavam que uma mulher poderia pedir ao marido que usasse a camisinha nessas situações.

Outra pesquisa, realizada em 17 países, revelou que mais da metade das garotas pesquisadas não soube citar um método de prevenção do vírus da AIDS.

E, o que é talvez mais alarmante: quem vê cara, não vê... HIV. Isto mesmo! Em muitos países africanos, mais da metade das meninas de 15 a 19 anos responderam que não sabiam que uma pessoa de aparência saudável poderia ser portadora do HIV e transmiti-lo a outras pessoas. Ingenuidade que pode ser fatal.

Diante de tudo isso e, principalmente, do crescimento do número de mulheres infectadas pelo vírus HIV, a ONU escolheu o tema "Mulheres, meninas, HIV e Aids" como lema para Dia Mundial de Luta Contra a Aids de 2004. O IBGE teen tratou desse assunto no link Mulheres na berlinda, no Dia Mundial de Combate à Aids - 1 de dezembro.

domingo, 7 de março de 2010

198 homossexuais foram assassinados em 2009


BRASIL
06 | 03 | 2010 15.55H








Um relatório divulgado pelo Grupo Gay da Baía (GGB) revelou que 198 homossexuais foram mortos no Brasil no ano passado, o que coloca o país na liderança de crimes contra gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Segundo a entidade, o número de homossexuais assassinados em 2009 foi maior do que no ano anterior, quando se registaram 190 mortes violentas na comunidade gay. Os estados com os maiores índices de homicídios contra homossexuais foram Baía e Paraná - 25 cada um. O presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, disse que é preciso "dar um basta nesta situação" e alertou que o número de vítimas fatais da homofobia pode ser ainda mais alto, uma vez que, por preconceito, muitas famílias evitam denunciar os crimes.

Entre as vítimas estão padres, devotos de religiões afro-brasileiras, profissionais liberais, professores, profissionais do sexo e cabeleireiros. Do total das vítimas em 2009, 34 por cento foram mortas com armas de fogo, 29 por cento com arma branca, 13 por cento espancadas e 11 por cento asfixiadas.

O número de assassínios de homossexuais tem aumentado no Brasil nos últimos anos. De acordo com os dados do GGB, entre 1980 e 2009 este número chegou a 3196.

"Se a Secretaria Especial de Direitos Humanos [SEDH] da Presidência da República não implementar as deliberações do Programa Brasil Sem Homofobia, vamos denunciar o governo brasileiro junto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA [Organização dos Estados Americanos] e da Organização das Nações Unidas pelo crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais", disse um dos fundadores do GGB, Luiz Mott.

Questionada hoje pela Lusa, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) admitiu estar preocupada com os dados. "Os números do relatório são preocupantes e mostram que temos que atuar cada vez mais. Em nenhum momento, o governo federal se esquiva desta demanda", disse à Lusa a coordenadora geral de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros (LGBT) da SEDH, Mitchelle Meira.

Segundo Mitchelle Meira, a Secretaria está a dar encaminhamento às denúncias recebidas para que sejam apuradas e para que os responsáveis sejam punidos. A representante da SEHD lembrou também que a implementação da política pública LGBT no Brasil está a passar por uma transição e que a expetativa é de fortalecimento e construção de uma rede de proteção desta comunidade.

Fonte:http://www.destak.pt/artigo/56112

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