sexta-feira, 14 de maio de 2010

Marcha Nacional Contra a Homofobia

Na próxima quarta-feira (19), será realizada a I Marcha Nacional Contra a Homofobia em Brasília, na esplanada dos ministérios. Uma caravana com cerca de 150 representantes do Movimento LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) Goiano sairá de Goiânia para ir até o evento.

Veja os roteiros:

Inscrição para a Marcha

19 de maio de 2010.

0h30 - Saída do ônibus um de Jataí para Brasília

05h30 - Passagem do Ônibus numero 1 vindo de Jataí na Avenida Goiás c/ Anhanguera _ Centro (em frente ao Bradesco ) para pegar o pessoal de Goiânia.

06;00 - Saída do Ônibus 2 da Praça Cívica - 07 Horas / Passagem do ônibus dois na BR 153 em Anápolis.

20h - Retorno de Brasília


Coordenação Ônibus 1 - Terrer


Coordenação Ônibus 2 - Marco Aurélio (62) 9624-8831

Coordenação Ônibus 3 - Dj Claudio G


A Viagem é gratuita. Para a inscrição, preencha a ficha disponível no
www.acdhrio.blogspot.com


___________


A 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia, vinda das 27 unidades da federação, chegará em Brasília no dia 18 de maio de 2010. No dia 19 de maio, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, com concentração às 9 Horas, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana de Brasília.

Participe!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Movimento Nacional de Direitos Humanos realiza 26ª Assembleia e Seminário

O Regional Centro-Oeste do Movimento Nacional de Direitios Humanos (MNDH), realizou assembleia regional e seminário, em Gurupi (TO), entre os dias 18 e 21 de Março /2010. Participaram representantes de entidades filiadas dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

Antecedendo a assembleia regional, dia 19, aconteceu um seminário com o tema: “O Modelo Econômico da Região Centro-Oeste e seus Impactos na Sociedade”; assessorado por Ricardo Barbosa, Coordenador de Formação (Coordenação Nacional do MNDH). Em sua abordagem, destacou, especialmente, os grandes projetos, enfatizando a expansão da monocultura na região do cerrado e a proliferação do biocmobustível (inauguração de usinas de pequeno porte na região) e, sobretudo, sua impactação nas regiões ribeirinhas e populações tradicionais.

Foram mencionados os projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal na Região Centro-Oeste, observando que os resultados destes não correspondem ao volume de recursos aplicados: alguns projetos em andamento (e/ou paralizados) foram citados como demonstração real do uso indevido dos recursos públicos.

Foi oportuna uma abordagem acerca do PNDH III, com destaque aos pontos divergentes, enfatizando a atuação do MNDH frente às mobilizações e debates existentes. E, ainda em relação ao aspecto econômico, fez referência às dificuldades enfrentadas pelas organizações da sociedade civil, realidade da maioria das entidades presentes no seminário.

Os dias seguintes foram dedicaddos às questões internas do Regional Centro-Oeste, afetas às entidades que compõem, bem como, discutir a temática do Encontro Nacional. Além das discussões, a assembleia teve como objetivo, eleger o novo Conselho Regional e membros do Conselho Nacional e definir a sede da Secretaria Executiva Regional.




CONSELHO REGIONAL CENTRO-OESTE


GOIÁS


_ Titular: Marco Aurélio de Oliveira (Ipê Rosa - Goiânia)


_ Suplente: Danilo Borges Caetano (Kayrós - Goiânia)


MATO GROSSO


_ Titular: Rosana Pitanga (MESCLA -Cuiabá)


_ Suplente: (?)



MATO GROSSO DO SUL


_ Titular: Diarlon Cesar Torres (IBISS.CO -Campo Grande)


_ Suplente: Reginaldo Teodoro (GASS -Campo Grande)



TOCANTINS


_ Titular: Maria Valdina Sanches (CDHA -Araguanã)


_ Suplente: Maria Lúcia Viana (CDP –Palmas)



SEDE REGIONAL


_ Entidade: Centro de Direitos Humanos de Cristalândia (Paraíso do Tocantins – TO)


_ Secretário Regional: Sebastião Bezerra da Silva


CONSELHO NACIONAL


Titulares:


_ Maria Veroni Marins (CDHT –Taguaginta - TO)


_ Roberluce de Oliveira (IBISS.CO – Campo Grande - MS)

Suplentes:


_ Israel Floriano da Silva Júnior (CDH de Ceres - GO)


_ Dalete Souza Soares (CDH “João Bosco Burnier” - MT)


Oportunamente, definiu-se a participação do Regional Centro-Oeste na XXVI Assembleia Nacional, em Osasco (SP) através de sua delegação, que será composta por representantes das entidades presentes na assembleia regional. Por fim, três novas entidades se filialiaram à Rede do MNDH: a) Centro de Direitos Humanos “Dom Jaime Collins”, de Colinas (TO), b) GASS, de Campo Grande (MS) e, c) ONG AZUL, de Campo Grande (MS).

CONSELHO ESTADUAL LGBT CONVOCA REUNIÃO ORDINÁRIA

CONSELHO ESTADUAL LGBT - GO

Oficio n° 001/2010 Goiânia, 01 de abril de 2010.

ASSUNTO: CONVOCATÓRIA

Prezad@s Senhor@s Conselheir@s,

Ao cumprimentá-los, venho por meio deste, informar que se realizará Assembléia Ordinária dia 09 de abril de 2010 (sexta-feira) ás 09h, no Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial localizado na Avenida Goiás nº 1480, centro Goiânia.

Essa Assembléia terá a seguinte pauta:

 Planejamento estratégico do Conselho Estadual LGBTT e informes.

Desde já contamos com a presença de todos e todas,

Atenciosamente.


BETH FERNANDES
PRESIDENTA-CONSELHO ESTADUAL LGBT

_______________________________________________________________________________

Conselho Estadual LGBT-GO-CELGBTT/GO.

Av. Goiás nº 1480, centro Goiânia.

FONE: 62- 81598855

Povo da MTV faz vídeo contando o lado bom de ser gay

Povo da MTV faz vídeo contando o lado bom de ser gayTime de humoristas da MTV se joga em vídeo que mostra como é bom ser gayVocê sabe qual é o lado bom de ser gay? Se ainda não, o pessoal do “Comédia MTV” te conta em um clipe para lá de engraçado. Marcelo Adnet e companhia limitada se jogam nas particularidades do mundo gay para compor uma música que entrega: “todo mundo é gay”. Como os Backstreet Gays (sátira ao Backstreet Boys), eles fazem pose, carão e passinhos para te contar o lado bom de ser



Video: http://www.youtube.com/watch?v=_dprEQ_8X0E

F e i j o a d a c o m A r t e


Vamos Fortalecer a luta Contra o Racismo e a Homofobia. Contribua com o Oxumaré e o Ipê Rosa - LGBT’s, participe da Feijoada com Arte, adquirindo seu ingresso por apenas R$ 10,00 (Dez Reais).

Dia: 18 de abril de 2010, ás12h;
Local: Casa da Maria Luciana
Rua: H-86 Qd. 201 Lt. 31 - St. Cidade Vera Craz II
(Próximo a Igreja Católica)

Maiores Informações:
Associação Ipê Rosa - LGBT's
iperosa15anos@gmail.com
(62) 9624 8831 - Marco Aurélio

Grupo Oxumaré de D.H. de Negritude e LGBT's
maoxumare@gmail.com
(62) 9605 7361 – Eduardo Dudu

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Conae: Livros didáticos e escolas terão de incluir temática LGBT

Simone Harnik

Em Brasília

Os temas sobre orientação sexual e homossexualidade terão de aparecer nos livros didáticos e nas salas de aula. Pelo menos, foi essa a decisão da Conae (Conferência Nacional de Educação), que acontece em Brasília até amanhã (1º).

Segundo o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, o movimento LGBT está satisfeito com a conferência. “Saímos vitoriosos. Se o país cumprir o que foi aprovado, a homofobia na escola está com os dias contados”, afirma.

A Conae pretende traçar diretrizes para a educação do país, que podem ser incorporadas no Plano Nacional de Educação. É este plano que define o que será prioridade no ensino brasileiro nos próximos dez anos.

Além da presença nos livros escolares, a temática LGBT deverá ser ensinada nas faculdades e cursos de formação de professores. Além disso, de acordo com Reis, a conferência definiu que o livro didático não poderá ter conteúdos que discriminam homossexuais. “É o fim das piadas sobre gays nos livros”, diz

Propostas LGBT na conferência

O movimento LGBT levantou três propostas na Conae: o fim da homofobia na escola; que travestis possam usar o nome feminino nas salas de aula; e que a discriminação a homossexuais seja considerada crime no Brasil. “Hoje temos uma preocupação especial com a situação das travestis, que são as que sofrem mais discriminação na escola”, acrescenta.

Segundo Reis, entidades nacionais apoiaram os projetos, entre elas a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e a Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras).

Agora a ABGLT pretende utilizar a decisão da Conae como uma referência para pressionar por mudanças. “Queremos avaliar, monitorar, e acompanhar de forma propositiva as políticas públicas”, diz Reis.




sexta-feira, 26 de março de 2010

Nova pesquisa comprova homofobia nas escolas públicas brasileiras

Levantamento realizado com base em entrevistas feitas com 18,5 mil alunos, pais, professores, diretores e funcionários, de 501 unidades de ensino de todo o país atesta que 87% da comunidade escolar têm algum grau de preconceito contra homossexuais.

Parte de uma nova pesquisa divulgada recentemente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas/Ministério da Educação revela que estudantes e educadores homossexuais, bissexuais e travestis enfrentam situações de homofobia diariamente nas escolas.

Miriam Abramovay, socióloga e especialista em educação, afirma que o preconceito nas escolas tem muita dificuldade de ser percebido devido a falta de diálogo. “Isso é empurrado para debaixo do tapete, o que impera é a lei do silêncio”, destaca Miriam.

Um estudo coordenado por ela e divulgado este ano indica que nas escolas públicas do Distrito Federal 44% dos estudantes do sexo masculino afirmaram que não gostariam de estudar com homossexuais. A socióloga acredita que o problema não ocorre apenas no DF, mas se
repete em todo o país.

Desde 2005 o MEC vem implementando várias ações contra esse tipo de preconceito, dentro do programa Brasil sem Homofobia, cujas principais estratégias são produzir material didático específico e formar professores para trabalhar com a temática. “Muitos profissionais de educação ainda acham que a homossexualidade é uma doença que precisa ser tratada e encaminham o aluno para um psicólogo. Por isso nós temos pressionado os governos nas esferas federal, estadual e municipal para que criem ações de combate ao preconceito”, explica o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.

As piadas preconceituosas, os cochichos nos corredores, as exclusões em atividades escolares e até mesmo as agressões físicas contra alunos homossexuais têm impacto direto na autoestima e no rendimento escolar desses jovens. Em casos extremos, os estudantes preferem interromper os estudos.

“Esse aluno desenvolve um ódio pela escola. Para quem sofre violência, independentemente do tipo, aquele espaço viraum inferno. Imagina ir todo dia a um lugar onde você vai ser violentado, xingado. Quem é violentado não aprende”, alerta o educador Beto de Jesus, representante na América Latina da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Trans e Intersex (ILGA).

Especialistas afirmam que, para combater a homofobia, a escola precisa encarar o desafio em parceria com o Poder Público. “A escola precisa sair da lei do silêncio. Todos os municípios e estados precisam destampar a panela de pressão, fazer um diagnóstico para poder elaborar suas
políticas públicas”, recomenda Miriam Abramovay.

Fonte: Jornal CONAE